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Região de Santo Ângelo, o qual São Borja faz parte, entra na bandeira vermelha

Estabelecimentos que não vendem itens essenciais devem permanecer fechados

Editado em 26/06/2020

Região de Santo Ângelo, o qual São Borja faz parte, entra na bandeira vermelha

A situação das regiões piorou nesta semana com relação às instituições das bandeiras no Estado. O número de regiões sob bandeira vermelha passou de quatro para nove. A região 11, de Santo Ângelo, em que São Borja faz parte, recebeu a cor mais restritiva, além desta, as regiões de Caxias do Sul, Erechim, Palmeira das Missões, Passo Fundo, Porto Alegre, Capão da Canoa, Novo Hamburgo e Canoas.

Desde a adoção do modelo de distanciamento controlado, é a primeira vez que o mapa do Estado tem tantos municípios em situação de risco.  Com bandeira amarela, apenas as regiões de Bagé e Taquara conseguiram a cor mais branda. Outras nove regiões estão com etiqueta laranja.  

Esse aumento do contágio se reflete na capacidade de atendimento da rede de saúde pública, um dos principais indicadores do sistema criado pelo Piratini. A relação entre o número de leitos livres de UTI para cada leito ocupado por covid-19 em todo o Estado estava sob bandeira laranja até a semana passada, mas o recrudescimento da pandemia elevou o alerta de risco para bandeira vermelha. Esse critério tem forte impacto na medição das condições sanitárias em todas as regiões.

Houve aumento de 31% no número de internações por covid-19 em leitos clínicos, que saltou de 365 para 478. Já a disponibilidade de vagas nas UTIs caiu quase pela metade, passando de 587 para 264.

A partir de agora os prefeitos, que discordam da decisão, têm um período para contestar os dados do Governo. O prefeito de Santo Ângelo, Jaques Barbosa, em entrevista à RBS, afirmou que se reunirá com os outros prefeitos da região, incluindo o Prefeito Eduardo Bonotto, para resolver se irão contestar ou não. Caso a bandeira permaneça vermelha, as restrições começam a valer a partir da próxima terça-feira, dia 30. A validade da bandeira é por uma semana.

Já as regiões de Porto Alegre, Canoas, Novo Hamburgo e Capão da Canoa, por reincidirem na situação de alerta sanitário,  terão agora de permanecer por 14 dias com a maior parte do comércio fechado. O mesmo ocorre em Caxias do Sul, por ter ficado sob bandeira vermelha duas vezes num período de três semanas.

Bandeira Vermelha

Nesta bandeira, somente estabelecimentos que vendem itens essenciais podem estar abertos, mantendo 50% dos trabalhadores de seu quadro. Os demais locais de comércio devem ficar fechados. Restaurantes e lancherias ficam proibidos de receber clientes no local, mas podem atender em sistema de tele-entrega, drive-thru e pegue e leve (take away).

Fonte: Gaúcha/ZH

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