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Presidente do Sindicato Rural fala sobre a proposta dos moradores da zona rural poderem adquirir arma de fogo

A proposição impõe algumas condições

Michel Benites Editado em 08/12/2017

Presidente do Sindicato Rural fala sobre a proposta dos moradores da zona rural poderem adquirir arma de fogo

Foto: AM Comunicação / Reprodução

Moradores da zona rural poderão ser autorizados a adquirir uma arma de fogo para utilizar na segurança de sua família e propriedade. Essa possibilidade está sendo comemorada entre os produtores de São Borja, mas ainda assim eles reivindicam algumas alterações na proposta que está sendo discutida.

A permissão está no PLS 224/2017, do senador Wilder Morais (PP-GO), aprovado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). A proposta modifica o Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826/2003).

A proposição impõe algumas condições para os residentes na zona rural conquistarem o direito. Além de serem maiores de 21 anos, os interessados precisarão apresentar documento de identificação pessoal, comprovante de moradia e atestado de bons antecedentes.

Essas três exigências já são feitas para quem mora na zona rural e atua como caçador para prover a subsistência de sua família. Mas, nesse caso, o Estatuto do Desarmamento estipula a idade mínima de 25 anos para o caçador de subsistência ter o porte de arma concedido pela Polícia Federal.

O presidente do Sindicato Rural de São Borja, Viriato João Jung Vargas, comemora essa alteração e destaca que “infelizmente a polícia não tem como oferecer a segurança necessária à todas as localidades do interior, por isso é importante oferecer essa possibilidade de auto proteção aos produtores”.

Porém, Vargas discorda da necessidade de comprovação de moradia no interior, pois muitos agricultores ficam nas fazendas, mas também possuem casas nos perímetros urbanos.

“Acredito que seria mais importante autorizar a posse da arma aos agricultores, assim seria possível, por exemplo, realizar os deslocamentos da cidade até o campo com a arma. Muitas vezes precisamos descer dos veículos para abrir porteiras e isso já pode ser um fator de risco”, explica Vargas.

No site do Senado Federal está em andamentos uma enquete para saber a opinião da população sobre o assunto. Até à tarde da segunda-feira, 21.647 pessoas tinham votado no “Sim” e 3.400 no “Não”.

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